quarta-feira, 21 de outubro de 2009

1. Feliz para sempre part 4

  Coloquei meu roupão antes de sair do banheiro, fui andando até a sala enquanto ele se vestia no quarto, eu estava cansada depois daquele ‘banho’, me joguei no sofá , fechei os olhos e relaxei, ouvi algo como se estivesse vribrando, era o celular dele que estava em cima da mesinha de madeira que ficava de frente para o sofá, peguei e fui ver o que era, era uma mensagem, eu não conheci o nome, fui ler.

‘Oi docinho,
Você vem aqui em casa hoje à noite?
Haha,
Não vejo à hora de fazermos putaria vendo filme erótico igual esse fim de semana, foi incrível.
Saudades de sentir seu corpo no meu, te adoro. ’

  Eu congelei naquele momento, tudo passava na minha cabeça, mas uma coisa era certa, ele nunca ia me fazer à mulher mais feliz do mundo, porque a partir de hoje mesmo, ele não estará, mais comigo, fui até o quarto dele com o celular na mão, eu estava quase chorando, mas eu estava morrendo de raiva dele, como ele teve coragem de fazer isso comigo? Abri a porta do quarto dele com raiva, sem ao menos bater na porta, ele tinha acabo de se arrumar,, ele ficou me olhando, assustado com os olhos arregalados, entreguei o celular em suas mãos, ele leu e permaneceu de cabeça baixa.

- Me desculpa, foi um deslize, mas você sabe que você é a mulher da minha vida- ele falou meio sem graça.
- Eu? Mulher de sua vida? Pra você eu não sou mais nada, eu vou embora daqui, e nunca mais olhe na minha cara- disse gritando com muita raiva.
- Por favor, espera, não vai embora, me perdoa.
Ele foi andando atrás de mim, me segurou pelo braço, mas forcei e tirei meus braços de suas mãos e continuei andando até a porta e a abri.
- Onde você pensa que vai de roupão e sem carro? – ele riu da minha cara.
- Cala a boca, eu odeio você, eu pego um táxi, não me importo, só não quero ver sua cara de novo na minha frente seu desgraçado infeliz – Gritei com raiva.

  Entrei no quarto e vesti minha roupa, enquanto ele ficava na porta pedindo ‘desculpas’. Eu abri a porta e passei por ele sem olhar na cara dele, e ele me abraçou por trás e colocou sua cabeça deitada nas minhas costas.
- Por favor, me dá uma segunda chance – ele começou a chorar.
- Não – falei bem alto.
- Mas não passou de um sexo que nem foi bom – ele riu chorando.
- QUE NOJO seu desgraçado, você ainda tem coragem de dizer isso na minha cara? Agora mesmo que nunca mais vou te perdoar seu nojento! – gritei morrendo de raiva dele.

  Apertei o botão do elevador, ele vai correndo atrás de mim, eu estava com tanta raiva dele, que sem pensar, fechei minha mão e dei um soco muito forte no nariz dele, que começou a sangrar em seguida, ele ficou pressionando sua mão no nariz.
- Sua PIRANHA- gritou ele de raiva.
- Sua mãe , otário- ri alto.

  Entrei no elevador e desci, chegando na portaria, fui andando até a rua, e fiz sinal para o primeiro taxi que passou, entrei no taxi e pedi para o senhor me levar para casa, dei meu endereço e lá estava eu, a caminha do meu lar.




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